5.2.11

of your silent reverie




Sinto a tua falta: de quando me abraçavas e dizias que tudo ia correr bem, de quando me aturavas só porque eu achava que o mundo ia acabar, de quando dizias que eu ficava fofa quando corava, de quando me fazias sentir que alguém gostava mesmo de mim, de quando me sorrias só para me ver sorrir, de quando eu saía e tu estavas lá a minha espera, de quando me agarravas na mão e me fazias sentir protegida, de quando acreditávamos no sempre, de quando éramos apenas tu e eu, de quando me dizias que era linda, de quando me deixavas chorar no teu ombro e me acalmavas como mais ninguém era capaz de o fazer, de quando te preocupavas comigo, de quando éramos felizes, de quando tínhamos uma história, de quando tudo era perfeito e ninguém o podia mudar, de quando achava que aquilo nunca ia acabar, de quando… de quando eu era feliz.



listen

2 comentários:

Anónimo disse...

Eu sei que é difícil mas tens de superar isso... Seja quem ele for, não merece que estejas assim. Tu mereces muito mais, eu sei que sim. Força, rapariga, eu acredito em ti.

Diana Rebelo Miranda disse...

Obrigada ;-;

sim, também já cheguei à conclusão de que não vale a pena continuar a sofrer pelo "leite derramado". Mas, não quer dizer que eu sinta falta da pessoa que me fazia sentir assim, mas de que alguém (seja ele quem for) me faça sentir assim: especial, amada, sentir que não sou indiferente a pelo menos uma pessoa.