Passa das quatro e meia da tarde, mais uma daquelas tardes passadas em casa, em frente ao computador como se não existisse um mundo lá fora, e neste caso, tu estás lá fora.
Já escrevi, apaguei e voltei a escrever isto vezes sem conta, nada parece bater certo, aliás, ultimamente tudo o que te inclui não bate certo.
Há muito tempo que ninguém era capaz de fazer o que tu fazes, deixas-me completamente sem jeito, a tua presença descontrola-me a pulsação, fazes-me querer viver cada segundo contigo como se o mundo acabasse ‘amanhã’. Nos últimos dias tens sido tão inconstante quanto o vento, sabes bem o quanto odeio as coisas assim. Preciso de ti, mas ultimamente quando te procuro encontro o vazio, o rasto da tua presença. Sinto-te tão distante, mas cada vez que te digo que estás estranho (sim baby, sei que estás) dizes-me que é do sol (não sabes como isso me irrita).
Tenho medo de te estar a perder, pode ser egoísmo da minha parte, mas estou apenas a um passo do precipício, e neste caso, a queda é demasiado dolorosa.
Diz-me, por favor diz-me, que não te estou a perder, volta a dizer que me amas, que me queres ter nos teus braços e que gostas de mim.
Diz-me que ainda és meu, a não ser que já te tenha perdido e que o único som audível seja o embate contra os rochedos, em vez da tua voz.
~ amo-te demasiado para aguentar o facto de te perder, por favor, não me deixes.
Já escrevi, apaguei e voltei a escrever isto vezes sem conta, nada parece bater certo, aliás, ultimamente tudo o que te inclui não bate certo.
Há muito tempo que ninguém era capaz de fazer o que tu fazes, deixas-me completamente sem jeito, a tua presença descontrola-me a pulsação, fazes-me querer viver cada segundo contigo como se o mundo acabasse ‘amanhã’. Nos últimos dias tens sido tão inconstante quanto o vento, sabes bem o quanto odeio as coisas assim. Preciso de ti, mas ultimamente quando te procuro encontro o vazio, o rasto da tua presença. Sinto-te tão distante, mas cada vez que te digo que estás estranho (sim baby, sei que estás) dizes-me que é do sol (não sabes como isso me irrita).
Tenho medo de te estar a perder, pode ser egoísmo da minha parte, mas estou apenas a um passo do precipício, e neste caso, a queda é demasiado dolorosa.
Diz-me, por favor diz-me, que não te estou a perder, volta a dizer que me amas, que me queres ter nos teus braços e que gostas de mim.
Diz-me que ainda és meu, a não ser que já te tenha perdido e que o único som audível seja o embate contra os rochedos, em vez da tua voz.
~ amo-te demasiado para aguentar o facto de te perder, por favor, não me deixes.
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