24.7.11

but i wouln'd change a thing

Bem, hoje li uma coisa super engraçada; primeiro de tudo, preferia que mo tivesses dito na cara em vez de escreveres para algo vazio, como se fossem palavras largadas ao sabor do vento que magoam quem têm de magoar e passam ao lado daqueles que não percebem o seu significado.
Não admito que ponhas em causa a minha definição de amizade, porque se realmente fosses a pessoa que eu pensava saberias que nada é mais importante para mim do que isso, ao ponto de não destacar posições, o que é plenamente ridículo, ninguém tem melhores amigos, podemos ter bons amigos e amigos que não prestam. Admito que não sou a mesma que era quando éramos pequenas, mas as pessoas crescem, tornam-se diferentes, aprendem a lidar com situações que as magoam e tornam vulneráveis da melhor forma que sabem e que são capazes.
Agora sim, eu não tenho a melhor personalidade e longe disso. Não sou capaz de lidar com muitas coisas, ao ponto de as tentar evitar, às vezes comporto-me como uma perfeita criança quando não fazem o que ela quer e quando não lhe dão atenção; mas também sei reconhecer que às vezes faço demasiado pelos outros quando nem sei se merecem, mas apenas faço.  
Agora lembra-te de uma coisa: as pessoas não mudam querida, nunca. Podem adaptar-se ou formar personalidades, mas mudar nunca.


post scriptum: eu durmo das 23h59, às 10h00 mais ou menos! (não é bem qualquer hora, sorry)

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